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sábado, 23 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Prémio José Saramago atribuído ao escritor angolano Ondjaki pela obra Os Transparentes
À oitava edição, o Prémio Literário José Saramago foi para Ondjaki, escritor e poeta que nasceu em Luanda em 1977, autor do romance Os Transparentes, publicado pela Caminho em 2012 e que é um retrato de Angola.
O prémio foi esta terça-feira anunciado na sede da Fundação José Saramago, na Casa dos Bicos, em Lisboa. Numa cerimónia em que a poeta angolana Ana Paula Tavares, e um dos membros do júri, fez o elogio do autor e da obra distinguida por unanimidade.
in: www.publico.pt/
O prémio foi esta terça-feira anunciado na sede da Fundação José Saramago, na Casa dos Bicos, em Lisboa. Numa cerimónia em que a poeta angolana Ana Paula Tavares, e um dos membros do júri, fez o elogio do autor e da obra distinguida por unanimidade.
in: www.publico.pt/
terça-feira, 5 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
Mia Couto distinguido com prémio internacional de literatura Neustadt
In: http://www.publico.pt/n1611149
O escritor moçambicano Mia Couto foi distinguido com o prémio internacional de literatura Neustadt, atribuído de dois em dois anos pela Universidade de Oklahoma desde 1970, no valor de 50 mil dólares (37 mil euros).
A lista de nomeados para o prémio da Bienal Internacional de Literatura Neustadt deste ano integrava o escritor argentino César Aira, a vietnamita Duong Thu Huong, o ucraniano Ilya Kaminsky, o japonês Haruki Murakami, o norte-americano Edward P. Jones, o sul-coreano Chang-rae Lee, o palestiniano Ghassan Zaqtan e Edouard Maunick, das Ilhas Maurícias.
Mia Couto ficou alegre por ser distinguido com o prémio internacional de literatura Neustadt, alegando tratar-se de uma espécie de “contra-corrente” face à situação no país e às “ameaças à sua família”. A distinção com aquele que é considerado o prémio Nobel norte-americano “coincide com um momento conturbado e de preocupação em Moçambique e, em particular, da minha família, que também foi objecto de ameaças”, informou o escritor à agência Lusa, lembrando a “situação crispada [no país] devido à possibilidade de reacendimento da guerra”. Nas cidades “há uma situação de tensão grande causada pelas ameaças de raptos, sequestros e violência”, referiu Mia Couto, que, por ser uma “espécie de contracorrente”, admitiu a alegria de receber uma distinção.
Em declarações à agência Lusa, Mia Couto quis dedicar, em primeiro lugar, o prémio à sua família, que apelidou de “primeira nação”. “E depois a Moçambique, por todas as razões, mas agora ainda mais, porque temos de ficar mais juntos nessa busca por opções de paz, por alternativas de desenvolvimento”, disse. O escritor assinalou a importância deste prémio ser entregue a um escritor de língua portuguesa para “despertar interesse e atenção” para outros idiomas que não o inglês. O galardão já distinguiu, entre outros, o brasileiro João Cabral de Melo Neto, Álvaro Mutis, Octávio Paz e Giuseppe Ungaretti.
Além do cheque, Mia Couto vai receber uma reprodução em prata de uma pena de águia.
Mia Couto é o pseudónimo de António Emílio Leite Couto, de 58 anos, autor que já recebeu os prémios Camões, Eduardo Lourenço e o da União Latina de Literaturas Românicas. O autor de Terra Sonâmbula e de Estórias Abensonhadas já recebeu o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos, o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora, o Prémio União Latina 2007, de Literaturas Românicas, o Prémio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, do Brasil, e o Prémio Eduardo Lourenço, entre outros. A Confissão da Leoa, editado o ano passado é o seu mais recente livro.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Vamos ter uma nova biblioteca na Escola da Ponte!
Obras de beneficiação na biblioteca da Escola da Ponte.
A empresa AKI oferece os materiais necessários à recuperação da biblioteca e os seus funcionários, voluntariamente e no horário pós-laboral, oferecem a mão de obra necessária.
A empresa AKI oferece os materiais necessários à recuperação da biblioteca e os seus funcionários, voluntariamente e no horário pós-laboral, oferecem a mão de obra necessária.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Período da Leitura
Os alunos do 1º Ciclo dos Arneiros e do Centro Escolar e os grupos do Pré-Escolar do
Centro Escolar, elaboraram textos / trabalhos de expressão plástica a
partir de obras sobre o mar e concorreram ao concurso ,“Eu Escrevo – Ler o
Mar” lançado pelo Plano Nacional de Leitura.
Entre os excelentes trabalhos
apresentados, e porque, apenas se podia concorrer com um trabalho do 1º Ciclo e
um do Pré-Escolar por agrupamento, foi selecionado e enviado o trabalho do 4º A da EB1 dos Arneiros, da turma da
Professora Helena Rego, e um do JI do
Centro Escolar. Crianças, alunos, educadoras e
professores estão de parabéns. Aguardamos o resultado do concurso.
LENDAS
DO MAR
Autor:
José Jorge Letria
Continuação da lenda: “A Fada das Ondas”
Os emissários seguiram o caminho de volta ao palácio do Rei.
Mas ninguém os convenceu de que a velha gaivota não era, nem mais nem menos, do
que a Fada das Ondas. Os três emissários tinham razão. A velha gaivota era a Fada
das Ondas. Com muito cuidado a gaivota (a Fada das Ondas), vendo que já
não estavam lá os três emissários, saiu do telhado e deixou de ser gaivota,
transformou-se na mulher e foi para dentro da sua casa.
O Rei recebeu os emissários no seu palácio. E eles contaram
tudo o que a gaivota lhes tinha dito. O Rei disse aos emissários para voltarem à casa da Fada das
Ondas e ficarem a vigiar, durante a noite. E assim fizeram os emissários.
Então, os emissários foram espiar a Fada das Ondas, na sua
casa. A Fada das Ondas estava em casa, à janela, quando viu os
emissários a rondar a sua casa. A Fada das Ondas não sabia o que havia de
fazer. Foi quando teve a ideia de se transformar em sereia e ir para
o mar. Afinal, ela não queria que ninguém descobrisse nada que lhe dissesse
respeito.
A Fada das Ondas foi viver para o oceano Pacífico, ficando a
tomar conta de tudo aquilo que a rodeava, dentro do mar, disfarçada de sereia. Durante esse tempo, a Fada das Ondas passava muitos dias a
tentar convencer os peixes, e outros animais, a apanhar a poluição que havia
naquele oceano. Mas outros, passava-os a brincar com os seus amigos
caranguejos, cavalos-marinhos, polvos, peixes... E todos os dias arranjava um
novo amigo.
A casa da Fada das Ondas era numa bela gruta com duas
entradas magníficas. Na sala havia uma enorme concha a fazer de televisão, o
sofá era feito de dez corais, a mesa eram duas pedras, a toalha era uma grande
alga verde e macia, os pratos eram conchas, o garfo e a faca eram feitos de
corais. O quarto tinha uma cama feita de algas muito macias e nas cabeceiras,
que eram feitas de rocha, havia um candeeiro feito de medusas. A Fada das Ondas era muito feliz naquele lugar, era tudo
maravilhoso, tinha arranjado muitos amigos do mar, mas estava com muitas saudades
da praia onde vivia antes. Não aguentou mais e voltou para lá, em forma de
mulher, para a sua modesta casa de madeira, que ficava na falésia. Ela ficou com medo que ainda a perseguissem, porque queria
continuar solitária e a ajudar os aflitos que ali fossem parar.
Mas, passou muito tempo, os emissários não apareceram e ela
viveu feliz, sozinha em paz e sossego, sempre atenta e pronta para ajudar os
outros.
Aluna: Mafalda Sofia Marques – 4.º A – EB1
Bairro dos Arneiros
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
A escritora Vanda Marques
Centro Escolar de Santo Onofre
No encerramento do Período da Leitura, dia 14 de Março, a escritora
Vanda Marques veio apresentar, o seu
último livro, “O Monge Detetive na
Abadia de Alcobaça” e assistiu à dramatização de “O Amor de Pedro e Inês”, de que é autora, pelos alunos do 4ºA coordenados pela professora, das AECs, Cláudia Pujol.
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